NEELANDS, Jonotha


Structuring Drama Work – A handbook of available forms in theatre and drama
 PART 2: Structuring Drama for Learning Opportunities


Referências
bibliográficas

NEELANDS, Jonothan. “Structuring Drama Work – A handbook of available forms in theatre and drama.” Cambridge University Press 1990. ISBN 0 521 37635 1

Breve resumo
As convenções propostas nessa segunda parte resumem a importância de se detalhar todo o processo do jogo teatral. O fazer criativo requer uma estruturação que possibilitará num resultado previsível e satisfatório. O fazer teatral assume um processo criativo de características técnicas quanto aos seus elementos e seus manuseios. A linguagem utilizada no teatro deve sempre ter seu uso guiado pela experiência do ator com o espaço, o tempo e a sociedade que o engloba.

Nesse segundo momento, o livro aborda o aprofundamento do processo educacional do teatro no contexto psicológico das ações previstas e espontâneas que tem sua narrativa partindo de um ponto qualquer, um estímulo concreto que remete às lembranças e provocam insights, estes que por sua vez criam imagens-chave que ilustram um novo cenário, o ambiente que agora se faz presente nesse espaço que não é mais real, é um espaço imaginário teatral. Dentro desse imaginário, é exercitado a desfragmentação do mesmo, ou concentração para a sua estruturação técnica, social e emocional.

Esse é um modelo do processo que todo ator deve seguir para facilitar sua disposição diante de uma ação dramática participada enquanto jogador da cena e plateia.

O jogador é antes de tudo um capturador de imagens, tudo deve ser absorvido para uma memória, uma biblioteca de dados criativos, um arquivo de estímulos intelectual e emocional que formará uma rede de conhecimentos, um mapa que ligará os pontos dispostos nos jogos para o foco de uma ação dramática, uma narrativa única e previsível exercitada pelo uso das convenções de estruturação do drama.

Transcrições de citações mais importantes

Ao exercitar a ativação da memória diante do jogo da ação sendo imaginada, é importante relatar o cuidado que se deve ter com a canalização das habilidades pessoais de cada participante.

Cada história, ou objeto que assumiu a função de estímulo, utilizado como impulso criativo, deve passar por essa estruturação técnica, esse processo psicológico de decupagem da ação imaginada antes do mesmo ser proposto, em definitivo, como ação teatral para o público.

Comentário pessoal

Nessa segunda parte, a estruturação ganha um foco curioso com a esquematização das convenções dramáticas em forma de tabela, sendo cada elemento técnico ligado um ao outro seguindo um único sentido crescente de raciocínio fundamental no processo de arte-educação.

Utilização de materialidades no processo criativo


Aqui, são utilizados elementos primários e secundários: textos, histórias, memórias, jogos de computador, jogos educacionais, jornais, musicas e outros sons, imagens de obras de arte e fotografias.


























































FICHAMENTO

A identificação de cada ponto proposto no processo de decupagem das convenções teatrais desse segundo capítulo, esclarece com maior cuidado, a importância da técnica de absorção do conhecimento da narrativa teórica e prática do drama através do exercício de se realizar essa estruturação ainda no início da atividade.

Cada estímulo sugerido para uma ação teatral, mostra uma oportunidade de atmosfera múltipla, essa conveniência de ambientação estabiliza o ator dentro de seu arquivo de conhecimentos, estímulos subsequentes que deverão ser analisados e fundidos aos estímulos primários.