Structuring Drama Work – A
handbook of available forms in theatre and drama
PART 2: Structuring Drama for
Learning Opportunities
Referências
bibliográficas
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NEELANDS, Jonothan. “Structuring Drama
Work – A handbook of available forms in theatre and drama.”
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Breve resumo
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As convenções propostas nessa segunda parte resumem a
importância de se detalhar todo o processo do jogo teatral. O fazer criativo
requer uma estruturação que possibilitará num resultado previsível e
satisfatório. O fazer teatral assume um processo criativo de características
técnicas quanto aos seus elementos e seus manuseios. A linguagem utilizada no
teatro deve sempre ter seu uso guiado pela experiência do ator com o espaço,
o tempo e a sociedade que o engloba.
Nesse segundo momento, o livro aborda o aprofundamento
do processo educacional do teatro no contexto psicológico das ações previstas
e espontâneas que tem sua narrativa partindo de um ponto qualquer, um
estímulo concreto que remete às lembranças e provocam insights, estes que por
sua vez criam imagens-chave que ilustram um novo cenário, o ambiente que
agora se faz presente nesse espaço que não é mais real, é um espaço
imaginário teatral. Dentro desse imaginário, é exercitado a desfragmentação
do mesmo, ou concentração para a sua estruturação técnica, social e
emocional.
Esse é um modelo do processo que todo ator deve seguir
para facilitar sua disposição diante de uma ação dramática participada
enquanto jogador da cena e plateia.
O jogador é antes de tudo um capturador de imagens,
tudo deve ser absorvido para uma memória, uma biblioteca de dados criativos,
um arquivo de estímulos intelectual e emocional que formará uma rede de
conhecimentos, um mapa que ligará os pontos dispostos nos jogos para o foco
de uma ação dramática, uma narrativa única e previsível exercitada pelo uso
das convenções de estruturação do drama.
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Transcrições de citações mais importantes
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Ao exercitar a ativação da memória diante do jogo da
ação sendo imaginada, é importante relatar o cuidado que se deve ter com a
canalização das habilidades pessoais de cada participante.
Cada história, ou objeto que assumiu a função de
estímulo, utilizado como impulso criativo, deve passar por essa estruturação
técnica, esse processo psicológico de decupagem da ação imaginada antes do
mesmo ser proposto, em definitivo, como ação teatral para o público.
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Comentário pessoal
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Nessa segunda parte, a estruturação ganha um foco
curioso com a esquematização das convenções dramáticas em forma de tabela,
sendo cada elemento técnico ligado um ao outro seguindo um único sentido
crescente de raciocínio fundamental no processo de arte-educação.
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Utilização de materialidades no processo criativo
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Aqui, são utilizados elementos primários e secundários:
textos, histórias, memórias, jogos de computador, jogos educacionais,
jornais, musicas e outros sons, imagens de obras de arte e fotografias.
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FICHAMENTO
A identificação de cada ponto proposto no
processo de decupagem das convenções teatrais desse segundo capítulo, esclarece
com maior cuidado, a importância da técnica de absorção do conhecimento da
narrativa teórica e prática do drama através do exercício de se realizar essa
estruturação ainda no início da atividade.
Cada
estímulo sugerido para uma ação teatral, mostra uma oportunidade de atmosfera
múltipla, essa conveniência de ambientação estabiliza o ator dentro de seu
arquivo de conhecimentos, estímulos subsequentes que deverão ser analisados e
fundidos aos estímulos primários.